O calor no Carnaval promete desafiar os foliões em 10 estados brasileiros

A liberdade de pensamento e a livre expressão são os pilares de sustentação de qualquer sociedade que se pretenda verdadeiramente democrática. No entanto, o que temos assistido na grande mídia nacional não é o exercício legítimo do jornalismo, mas o uso seletivo da informação para moldar uma percepção distorcida da realidade. O questionamento que se impõe, e que este jornal faz questão de pautar com coragem, é: por que Santa Catarina, um estado que é exemplo incontestável de ordem, segurança e pujança econômica, tornou-se o alvo preferencial de manchetes sensacionalistas e ataques coordenados?
Não se trata de mera coincidência. O povo catarinense cultiva valores que parecem incomodar profundamente certas castas intelectuais e redações emolduradas por
ideologias de esquerda. Somos um estado que valoriza a família, o direito à propriedade, a ordem pública e, acima de tudo, a dignidade do trabalho. Enquanto diversas unidades da federação colapsam sob índices de criminalidade alarmantes e descontrole estatal, Santa Catarina figura consistentemente no topo dos rankings de segurança, educação e desenvolvimento humano. Curiosamente, é justamente aqui que a lupa da "mídia tradicional" busca, de forma incansável e quase obsessiva, o erro e o fato negativo para estampar em rede nacional.
A estratégia segue um roteiro ideológico previsível: a tentativa de "vilanizar" um modelo que deu certo. Para o establishment progressista, é perigoso admitir que um estado com viés conservador, que defende o cumprimento rigoroso da lei e o apoio às forças de segurança, consiga entregar resultados superiores a regiões que adotam políticas de leniência com o crime. Por isso, a grande mídia foca no negativo, tentando desconstruir a imagem de um povo ordeiro, rotulando nossa cultura com adjetivos pejorativos, na vã tentativa de nivelar Santa Catarina por baixo.
O jornalismo sério tem o dever de denunciar o que está errado, e este jornal jamais se furtará de apontar falhas locais. Mas o jornalismo militante, aquele que ignora as manchas de sangue e o domínio de facções em outras capitais para procurar "pelo em ovo" em solo catarinense, perde sua função social e sua credibilidade perante o cidadão consciente.
O foco desproporcional em episódios isolados em nosso estado é uma ferramenta de
manipulação que visa minar o orgulho do nosso povo.
Santa Catarina não é um estado perfeito, mas é, indiscutivelmente, um porto seguro de liberdade e prosperidade no Brasil. A segurança que desfrutamos aqui não é fruto do acaso; é o resultado de uma cultura de respeito à autoridade e de uma sociedade que não aceita a desordem.
Entre fatos e narrativas, nós, do Jornal Cabeço Negro, reiteramos nosso compromisso com a verdade factual. Defenderemos sempre o direito de Santa Catarina ser o que é: um estado que trabalha e que não se curva à tirania do pensamento único ou à agenda do pessimismo fabricado pelas grandes redações.
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