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EUA atacam Venezuela e Trump anuncia captura de Maduro
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Donald Trump e Nicolás Maduro (Salwan Georges/The Washington Post e Jesus Vargas/Getty Images) - Estados Unidos atacam a Venezuela, e Trump afirma que Maduro foi capturado Leia mais em: https://veja.abril.com.br/mundo/trump-confirma-ataque-a-venezuela-e-diz-que-maduro-foi-capturado/
Trump confirma ataques dos EUA à Venezuela, com explosões em Caracas e captura de Maduro e esposa. Regime chavista declara emergência e exige prova de vida. Tensões crescem após operações contra narcotráfico; coletiva marcada para 11h em Mar-a-Lago. Implicações regionais preocupam América Latina.
Explosões sacodem Caracas e outras regiões
Na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, explosões ecoaram pela Venezuela, especialmente na capital Caracas e nos estados de Miranda, La Guaira e Aragua. Relatos de moradores e autoridades locais descrevem o som de mísseis e foguetes disparados de helicópteros de combate atingindo áreas urbanas, incluindo a instalação militar de Forte Tiuna. O regime de Nicolás Maduro decretou estado de emergência, acusando os Estados Unidos de "agressão militar imperialista".
O governo venezuelano convocou a população para se mobilizar contra o que chamou de "ato extremamente grave", alertando que Washington arrisca mergulhar a América Latina no caos. Até o momento, números exatos de mortos e feridos ainda estão sendo apurados pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, que confirmou ataques em múltiplas frentes.
Você já parou para pensar como uma escalada assim pode afetar a estabilidade regional, especialmente com vizinhos como o Brasil na fronteira?
Trump confirma operação e captura de Maduro
Em postagem na rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas realizaram um "ataque em larga escala" contra a Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. "Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos. Mais detalhes serão divulgados em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago", escreveu Trump.
Em entrevista curta ao The New York Times, Trump classificou a ação como "brilhante", elogiando o planejamento e as tropas envolvidas: "Planejamento bem-feito e tropas e pessoas excelentes, excelentes". Questionado sobre autorização do Congresso e próximos passos, o presidente prometeu abordar o tema na coletiva.
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A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, em pronunciamento na rede pública VTV, exigiu "prova de vida imediata" de Maduro e Flores, afirmando que Caracas desconhece seu paradeiro. Essa declaração reflete a confusão no alto escalão chavista.
Contexto de tensões crescentes entre Washington e Caracas
As hostilidades não surgiram do nada. Na sexta-feira, 26 de dezembro de 2025, Trump já havia confirmado um ataque americano "na área do cais onde carregam os barcos com drogas", a primeira investida em solo venezuelano, segundo o The New York Times, conduzida pela CIA. No final de outubro de 2025, o presidente autorizou operações secretas da agência dentro do país, alimentando rumores de um plano para derrubar Maduro.
Forças americanas também realizaram ataques a embarcações no Caribe e no Oceano Pacífico, com mais de 80 mortos, justificados como combate ao narcotráfico. Maduro, em entrevista na quinta-feira, 1º de janeiro, propôs negociações contra o tráfico, mas acusou os EUA de cobiçar o petróleo venezuelano para forçar uma mudança de regime.
Essa sequência de eventos levanta questões: será que o foco no narcotráfico esconde interesses econômicos maiores? Analistas apontam que a Venezuela, com as maiores reservas de petróleo do mundo, sempre foi um ponto sensível nas relações bilaterais.
Implicações para a América Latina e o mundo
A operação pode redefinir o tabuleiro geopolítico. O Brasil, com sua fronteira extensa, monitora de perto os desdobramentos, temendo um fluxo de refugiados ou instabilidade na região. Países como Colômbia e Guyana também expressam preocupação com a presença militar americana.
Enquanto o regime Maduro clama por resistência, a captura alegada de seu líder abre espaço para especulações sobre um governo interino ou negociações internacionais. A coletiva de Trump em Mar-a-Lago, marcada para as 11h (horário local), deve esclarecer o destino de Maduro e os planos futuros dos EUA.
Fonte: Veja
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