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O Carnaval, que historicamente se vende como a "festa do povo", tem se transformado, sob as lentes da engenharia social de esquerda, em um laboratório de desordem e desrespeito. Enquanto o Brasil real trabalha, as avenidas do Rio de Janeiro e de São Paulo tornam-se palcos para o que há de mais vil na política identitária do PT e do PSOL: a demonização de valores cristãos e a total incapacidade de garantir o básico — a ordem pública.
Em São Paulo, o que deveria ser lazer transformou-se em caos. Cenas de empurra-empurra e falta de controle logístico expõem a fragilidade de eventos que priorizam o volume de pessoas em detrimento da segurança individual. É o reflexo de gestões que se preocupam mais com a estética do "coletivo" do que com a integridade do cidadão. Quando a organização falha e o Estado se mostra incapaz de conter o tumulto, o direito de ir e vir é o primeiro a ser sacrificado no altar da aglomeração desenfreada.
Contudo, é no Sambódromo do Rio de Janeiro que a face mais sombria da alienação política se revela. Ano após ano, escolas de samba, financiadas muitas vezes com recursos públicos ou de procedência duvidosa, utilizam a liberdade de expressão como escudo para o vilipêndio religioso. Ataques frontais aos símbolos cristãos não são "arte"; são provocações deliberadas contra a fé da esmagadora maioria dos brasileiros. É um escárnio que busca desconstruir os pilares morais do Ocidente sob o pretexto da cultura, enquanto partidos como PT e PSOL aplaudem o espetáculo, utilizando-o como cortina de fumaça para a realidade econômica do país.
Essa alienação não é acidental. É um projeto de poder. Manter a população anestesiada por batucadas e purpurina, enquanto se ataca a base da família e da religião, facilita a implementação de agendas que em nada beneficiam o pagador de impostos. A liberdade de pensamento, princípio que o Jornal CABEÇO NEGRO defende de forma intransigente, pressupõe o respeito às leis vigentes. E a legislação brasileira é clara quanto ao respeito aos cultos e seus símbolos. A interpretação "criativa" da lei para permitir ofensas em rede nacional é um atentado à segurança jurídica.
O Carnaval passou de uma festividade cultural para um instrumento de propaganda ideológica. O cidadão conservador, que preza pela ordem e pela liberdade com responsabilidade, assiste a esse teatro de absurdos sabendo que, na quarta-feira, a conta da desordem e do desrespeito sobrará, como sempre, para quem realmente carrega este país nas costas. É hora de separar a cultura do escárnio e a alegria da alienação planejada.
A folia da alienação e o escárnio com a fé
A Vitrina da Ilusão
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