
Olá, meus que-ri-dos leitores?
Mais uma vez eu aqui. Preparem o coração, porque hoje eu não estou para brincadeira. Olhando pela janela me pego a pensar: onde é que vamos parar?
Vocês ficaram sabendo do caso do "Cachorro Orelha"? Que violência absurda, gente! O Brasil inteiro está indignado, e não é para menos. Mas a amiga aqui não pode deixar de questionar: onde estavam os pais? É claro que o choque da família é real, mas cadê a base, a criação? A educação vem de berço, e quando o berço é torto, a sociedade paga o pato.
E olha, trazendo o assunto aqui para o nossa cidade, o buraco é mais embaixo. Vocês sabem mesmo o que seus filhos fazem quando batem a porta de casa? Porque, nossa, é um tal de destruírem placas de sinalização durante a noite que dá dó. Para quê isso, que-ri-dos? Dinheiro do nosso imposto indo para o lixo por puro vandalismo.
E o que dizer dessas motos barulhentas fora da lei e desses carros com sons automotivos gigantescos na madrugada? É um desrespeito total com o sossego alheio. A pessoa trabalha o dia todo e não pode dormir porque um bonitinho quer aparecer? Gente, vamos colocar a mão na consciência.
Eu sou defensora da liberdade, vocês sabem, mas a sua liberdade e a do seu filho terminam onde começam os ditames das Leis e onde fere a liberdade alheia.
Ordem é fundamental!
Se não tem disciplina em casa, a rua vira essa bagunça que a gente vê.
Fiquem de olho, porque eu estou de vigia. Se eu vir mais alguma gracinha dessas na esquina, já sabe: vai sair aqui na próxima semana com todos os detalhes.
Tchau...
Fui.
O silêncio dos pais
Cidade ou lixão
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