transtorno bipolar

Dia mundial de combate ao transtorno bipolar promove conscientização

  • Imagem: Ilustrativa - Freepik - Dia mundial de combate ao transtorno bipolar promove conscientização

Data celebrada em 30 de março homenageia Van Gogh e alerta para a importância do diagnóstico precoce

O Dia Mundial de Combate ao Transtorno Bipolar é celebrado em 30 de março para informar a sociedade e reduzir o preconceito sobre a doença. A condição causa mudanças bruscas de humor e exige tratamento especializado para garantir a qualidade de vida do paciente.

Sobre a doença

  • Homenagem: A data foi escolhida por ser o aniversário do pintor Van Gogh, que teve a doença diagnosticada após sua morte.
  • Tipos da doença: Existem dois tipos principais que variam conforme a intensidade da euforia e da depressão.
  • Sinais iniciais: Os primeiros sintomas costumam surgir entre os 16 e 25 anos de idade.
  • Tratamento: A condição pode ser controlada com auxílio médico, remédios e hábitos de vida saudáveis.


Conscientização e origem da data

Conforme apuração original do portal CNN Brasil - Saúde, nesta segunda-feira, 30 de março, é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Transtorno Bipolar. O objetivo da data é ampliar o conhecimento sobre a enfermidade e enfrentar o preconceito que cerca os pacientes. O dia foi escolhido em homenagem ao nascimento de Vincent van Gogh, pintor que viveu entre 1853 e 1890 e foi diagnosticado com a doença postumamente.

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O transtorno bipolar, também conhecido pela sigla TAB, é uma condição de saúde mental definida por variações muito fortes no humor. Os pacientes alternam entre momentos de profunda depressão e fases de euforia. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, é comum que os primeiros sinais do transtorno apareçam em jovens e adultos jovens, especificamente na faixa dos 16 aos 25 anos.

Diferenças entre os tipos de transtorno bipolar

A medicina divide a doença em duas categorias principais. O tipo 1 é identificado em cerca de 1% da população mundial. Ele se caracteriza por episódios de euforia muito intensos, nos quais a pessoa pode apresentar irritabilidade, excesso de confiança e, em casos mais graves, delírios ou alucinações.

Já o tipo 2 atinge entre 0,5% e 2% das pessoas. Nesse caso, o paciente enfrenta períodos de depressão mais longos, enquanto as fases de euforia são mais leves. A origem do transtorno está ligada a fatores biológicos e genéticos; estudos apontam que filhos de pessoas com a condição têm entre 10% e 20% de chance de também desenvolvê-la.

Desafios do diagnóstico e formas de controle

Um dos momentos mais difíceis para identificar a doença é durante a fase de euforia. Isso acontece porque o paciente muitas vezes não percebe que seu comportamento está alterado. Nesse estágio, podem surgir atitudes impulsivas, como o envolvimento com jogos de azar ou o consumo excessivo de álcool e drogas.

Apesar dos desafios, especialistas afirmam que é possível viver bem com o transtorno bipolar desde que haja o acompanhamento correto. O tratamento padrão inclui consultas com psiquiatra, uso de medicamentos específicos e psicoterapia. Além disso, a adoção de um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos, é fundamental para o controle da condição.


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