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Daniela Reinehr avança na defesa de produtores catarinenses com vitórias no leite e debate sobre alho

  • Fotos: ASCOM - Daniela Reinehr avança na defesa de produtores catarinenses com vitórias no leite e debate sobre alho

Daniela Reinehr celebra aprovação do PL 4309 contra leite importado reconstituído e impulsiona audiência sobre crise do alho em SC. Medidas protegem produtores de leite e alho em cidades como Brunópolis, combatendo importados baratos e custos altos para fortalecer o agro familiar catarinense.

A deputada federal Daniela Reinehr (PL/SC) está na linha de frente para ajudar o agro de Santa Catarina. Nesta semana, ela comemorou uma conquista importante para os produtores de leite e deu mais um passo para discutir os problemas do alho. São temas que mexem com milhares de famílias no campo, especialmente no Oeste e no Planalto catarinense. Quem vive da terra sabe: sem apoio, fica difícil competir.

Vitória no leite protege o produtor e o bolso do consumidor

O Projeto de Lei 4309/2023, de autoria de Daniela, acabou de ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Ele proíbe que leite em pó importado seja reconstituído e vendido como leite fluido no Brasil. Antes, o texto já havia passado pelas comissões de Agricultura e Finanças. Agora, vai para o Senado.

"É uma vitória real para o setor", diz a deputada. O problema é a concorrência desleal: leite em pó de fora, muitas vezes subsidiado, entra barato, vira "leite fresco" e derruba os preços pagos aos produtores brasileiros. Em Santa Catarina, com mais de 24 mil produtores e 3,3 bilhões de litros por ano, isso afeta cooperativas e agroindústrias. Daniela explica que o PL mantém exceções para desabastecimento, com aval do Ministério da Agricultura, garantindo equilíbrio.

Para o consumidor, é ganho duplo. Você compra o que vê na embalagem, sem truques. "Justiça para quem produz e clareza para quem consome", resume ela. Na prática, isso ajuda a manter renda no campo e evita distorções no mercado.

Alho catarinense sob pressão pede soluções urgentes

Enquanto isso, a Comissão de Agricultura aprovou o requerimento de Daniela para uma audiência pública sobre a produção de alho em SC. O foco são municípios como Brunópolis e Curitibanos, onde o cultivo familiar sustenta empregos e a vida no interior.

O Brasil produz de 150 mil a 180 mil toneladas de alho por ano, mas consome mais de 300 mil. O resto vem de importados, principalmente da China e Argentina, que chegam mais baratos que o custo de produção aqui. Some isso a insumos caros, logística e mão de obra em alta, e o produtor fica no sufoco.

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Daniela quer reunir governo federal, estadual, prefeituras e agricultores para debater de verdade. "Quem está no campo precisa ser ouvido para soluções que funcionem", afirma. A ideia é reequilibrar o jogo, com regras justas para o nacional competir.

Essas ações mostram o quanto o agro familiar é vital em SC. Leite e alho não são só produtos – são renda para famílias que resistem no campo.

Você já sentiu o impacto desses preços no supermercado ou conhece produtores afetados? O que acha de medidas assim para fortalecer o que é nosso?


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