EDITORIAL 523

No mesmo caminho

Mesmo que a verdade em muitos momentos tenha custado muito caro

Como diz um antigo ditado: quem não quer receber críticas nada deve fazer e em hipótese nenhuma deve virar vidraça. Mas, quando as pedras passam a estilhaçar nossos vitrais não há como não nos defendermos.

Pedras atiradas ao léu por alguns aventureiros, do ramo do jornalismo, que nada fazem e nada fizeram em benefício de seus municípios e de suas comunidades acabam por causar pequenas manchas na vida ilibada de outros.

Com muito orgulho e dedicação fundamos há 21 anos um veículo de comunicação que sempre teve como objetivo divulgar nossa cidade e região, mostrando que aqui fazemos e fazemos bem feito.

Claro que também existe a necessidade de divulgar as irregularidades para manter o leitor sempre atento aos problemas que o rodeia.

O Jornal Cabeço Negro sempre cumpriu seu papel, e mesmo com grandes dificuldades chega semanalmente aos leitores com matérias de assessorias públicas, próprias e também da Rede Catarinense de Notícias pertencente a Adjori/SC. Vale salientar que temos representante na primeira secretaria da entidade estadual e também no Sindejor e na Adjori/Brasil.

Portanto, o JCN jamais será apenas um veículo de comunicação que pratica o mau jornalismo, aquele do Ctrl C Ctrl V (copia e cola) sem nenhum respeito as fontes, pois respeitamos muito nossos leitores.

É por isso caro leitor, que alguns fatos ocorridos em Apiúna nas últimas semanas não foram aqui divulgados, pois as apurações estão distantes de serem concluídas. Não seremos levianos de citar nomes como feito nas redes sociais, por outros, pois a fase das investigações ainda é preliminar.

Claro, seria bem mais fácil e rentável para nós, estarmos sempre presentes divulgando acidentes e ocorrências policiais ganhando "clics" e "likes", divulgando a face oculta das administrações com acusações sem provas, somente suspeitas, mas optamos por outro caminho.

Quando optamos em criar o Jornal Cabeço Negro tínhamos em mente divulgar tudo o que orgulhasse o povo apiunense e os cidadãos da região em que vivemos. Logo no início vários escritores passaram a colaborar com nosso veículo e fomos crescendo.

Durante muitos anos nossas páginas foram repletas de realizações e fatos que mostravam a todos que aqui era um bom lugar para se viver. Mas, pedras surgiram no caminho e foram erguidas e atiradas contra a reputação de nossa gente. Fatos que jamais serão esquecidos mancharam a imagem de nosso município.

Mas, o jornal Cabeço Negro continuou no caminho da ética e da veracidade da informação e seguiu sua rotina, mesmo que a verdade em muitos momentos tenha custado muito caro.

Você leitor é o motivo da existência do jornal Cabeço Negro e é para sua informação que trabalhamos sempre amparados na veracidade dos fatos.

É por tudo isso que seguiremos sempre fortes e atuantes em benefício dos cidadãos de bem.





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