DIREITOS E DEVERES

Longe dos olhos, perto do coração

Por DAMARIS BADALOTTI, Advogada especialista em Direito de Família e Sucessões, em Ciências Penais e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família

Há tempos um tal Lenin, ditador russo, criou pautas para cada vez mais o Estado dominar e determinar a vida das pessoas. De todas as pautas para o Estado persuadir as massas, temos o feminismo como grande aliado do projeto totalitário, onde inexiste qualquer conquista feminina, e sim o que o Estado Socialista promoveu para colocar a mulher no setor de produção, e, atualmente, temos ouvido falar na linguagem neutra e na ideia de diversidade de gêneros.

Quer a comunidade LGBTQAI+ saiba ou não da origem do movimento, verdade é que ele é um dos muitos tentáculos da filosofia socialista marxista. Calma, não se está afirmando a inexistência ou criação de orientação sexual diversa. Revela-se aqui um contexto histórico e, para quem ainda tem dúvidas, a visão marxista de mundo é dicotômica, mas apenas com relação a luta de classes, de que parte é opressora e parte é oprimida (um manda outro obedece), por isso se criam tantas minorias oprimidas.

Os ideais socialistas dizem que é preciso a aceitação dessa classe oprimida (seja trabalhadores, mulheres, homossexuais, transexuais ou obesos) e que deve haver a igualdade entre todas as classes colocando TODOS no mesmo patamar. Ou seja, o socialismo emprega um interesse coletivo sobrepujado a qualquer desígnio individual. Objetivos individuais são ignorados.

E, o socialismo entende ainda, que a criança tem que ser educada pelo Estado e para o Estado. Aliás, essa frase é muito comum e de autoria do fascista Mussolini de que "Tudo é pelo Estado e para o Estado". Um ex presidente desta nação entede a mesmíssima coisa, inclusive quer reestatizar algumas empresas porque o Estado deve dominar, mas ele não é fascista!

O socialismo busca mesmo destruir a individualidade humana em nome de uma superioridade coletiva que leva necessariamente a supressão das liberdades individuais. Sim, um paradoxo, porque a sustentar que a orientação sexual deve ser aceita e imbuir isso nas escolas e atividades públicas à maneira explicita ou subliminar do "seja quem você quiser e da cor que quiser", exclui automaticamente qualquer interesse individual de qualquer ser humano seja homo ou hetero ou cis ou trans ou do faça o que quer, porque, em verdade, você está fazendo o que o Estado manda pela sugestão subliminar. Já pensou nisso?

O socialismo defende um interesse comum, não diferenciando o ser humano. E isso, caros, é totalitarismo porque não somos cientificamente iguais. Até mesmo gêmeos univitelinos tem digitais diferentes.

Não há como referendar a falsa democracia que vivemos, onde pautas ditas progressistas, que são socialistas na sua origem, tenham destaque e sejam colocadas sem que o cidadão sequer note.

"O socialismo nos cerca dia a dia, bem aqui ao lado."

Toda comunicação, verbal ou não, tem uma informação importante e valiosa. E não é de hoje que as mensagens subliminares estão aí. Mensagens subliminares são aquelas que os sentidos humanos não conseguem perceber de forma consciente, assim, a mensagem atinge outra parte do cérebro humano subconsciente, do tipo longe dos olhos perto do coração (na verdade do cérebro).

Imprimir a ideia de libertação e liberdade de que o mundo de cores e múltiplos gêneros e sexualidade tem sido a programação de políticas públicas no mundo. No Brasil, falar o contrário disso é considerado ofensivo. Crianças terem postura infantis normais com tendencias sobre brincar de boneca ou de arminha tem sido tratado como anormal. Aliás, no começo deste ano a cantora britânica Adele foi cancelada na internet por dizer que ama ser mulher. Ou seja, defende-se apenas uma ideologia, o que for contrário deve ser excluído. Imagine isso nas escolas com as crianças.

O Sistema único de Saúde possui programa para realização do processo transexualizador, mas ainda temos 100 milhões de pessoas sem esgoto e água tratada em nosso país. Isso mostra que as prioridades não são as pessoas!

A sugestão de inexistência de gêneros (não-binaridade) para crianças adentra nas apresentações estatais, nas escolas com a mensagem sutil de incentivar comportamentos às nossas crianças, acontece todos os dias e seus filhos estão recebendo essa mensagem sem que você perceba. A manipulação de nossos filhos está aí, seja no teatro ou na abertura oficial de eventos que digam "você não precisa escolher uma cor, você pode ser todas as cores juntas, você deve enfrentar seus pais e nós, o Estado, protegemos você". Isto também é visto nos desenhos infantis. Estamos cercados. Como sempre digo, parafraseando o Mestre dos Mestres: "enxerguem os que tem olhos para ver".

Vence quem tiver mais determinação e consciência crítica.

Sigamos atentos!







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