EDITORIAL JP182

Cada povo tem o governo que merece

Inúmeras sociedades, já em ruínas, continuam apoiando seus usurpadores

O mundo se despedaça corroído por ditaduras de direita - centro - esquerda, democracias fajutas amparadas pelo consumismo exagerado e cheias de corruptos.

Inúmeras sociedades, já em ruínas, continuam apoiando seus usurpadores mesmo que em suas mesas falte o pão e que não tenham nem papel higiênico como é o caso da Venezuela, mas que seu governo tenha recursos para financiar jantares milionários de seus governantes. Falar dos países do oriente fica até difícil, pois entre guerras e mais guerras uma pequena elite vive em piscinas de ouro e joias. Nos países latinos, onde nos incluímos, a coisa é ainda pior, pois aqui a guerra cotidiana é disfarçada sob uma nuvem de fumaça chamada de democracia. Centenas, milhares morrem todos os dias em assaltos, ações policiais, de fome, doença, sem atendimento do estado, sem amparo da justiça, do governo. Neste países "democráticos" impera as regras determinadas por uma minoria que se diz trabalhista, mas que nunca marcou suas mãos e nem seus rostos com o suor do trabalho. Assumiram o poder com discurso socialista, de igualdade e prosperidade para todos, mas ao chegarem ao topo entraram num círculo, um redemoinho, de corrupção e enriquecimento rápido e ilícito. É, mas é só intriga da oposição. Catadores de bosta de elefantes e cortador de grama de estádio de futebol pode sim ficar milionário do dia para noite, sem qualquer qualificação profissional, por sorte ou por ter amigos que lhe deram um emprego de administrador de empresas.

Com muita vontade, nós brasileiros nos livramos de parte dessa corja nas últimas eleições presidenciais.

Mas, o que fazem estes povos que não se agigantam contra toda esta corrupção?

Aqui no Brasil, na esperança de que sobre uma fatia disso tudo para seus bolsos e ou que possam levar vantagem e viver de sacolões e bolsas auxílio, já surgem pessoas defendendo a volta do ladrão. Aquele que com nosso dinheiro viaja pela mundo mesmo após condenações, com provas, de seus crimes.

Mas, enquanto não conseguem tomar o poder novamente, seus deuses de toga, em jantares regados a vinhos importados, caviar e lagostas decidem o que pode ou não ser feito nesse país e mantendo os inimigos do erário fora das celas.

A cada nova eleição as esperanças se renovam para os honestos e trabalhadores, mas cada povo tem o governo que a maioria merece...







EDIÇÕES IMPRESSAS



1218217951.png

 

Cabeço Negro
Rua 20, número 60 - sala 01 = Loteamento Helena B. Morro
Apiúna  - SC - Brasil
89135-000

Copyright © 2011. Todos os direitos reservados | Cabeço Negro