CULTURA

NOSSA HISTÓRIA

'A história de nossos antepassados é parte de nossa própria história. Nossa história é parte integrante da história do lugar onde vivemos.'

Foto: Foto: Willian Klaumann

Em 2022 a Festa de Instalação do Município - FIMA volta aos seus primórdios e a Tangefest não será realizada pelo terceiro ano consecutivo.

Segundo o prefeito Marcelo Doutel da Silva, após uma reunião de colegiado, verificando os problemas econômicos e de saúde gerados pelos dois anos de pandemia, onde existe uma quadro de no setor de saúde onde existe milhares de consultas reprimidas, decidiu-se por não fazer a Festa da Tangerina. "Precisamos neste momento investir em saúde, principalmente quanto aos exames e operações reprimidas e a construção de uma nova unidade no Bairro Posto Fiscal", disse Marcelo.

O Prefeito disse que o dia primeiro será marcado com shows e atrações gratuitas para toda a população com as apresentações ficando por conta de talentosos apiunenses que se destacam na música.

"Parabéns a todos os apiunenses pelos 33 anos de emancipação político-administrativa".

O diretor municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Láercio Villain, disse que a decisão foi por uma volta às raízes, uma festa para os apiunenses. "Quando da decisão do colegiado havia em Apiúna ainda 500 casos de covid", ressaltou Laércio.

"Lembro, que dia 1º é feriado municipal e mesmo sendo uma quarta-feira aguardamos a presença de todos para comemorar as conquistas do povo apiunense".

A entrada é franca e haverá distribuição de guloseimas para as crianças.

Nossa História

A história de nossos antepassados é parte de nossa própria história. Nossa história é parte integrante da história do lugar onde vivemos. Portanto reviva sua história.

A saga dos imigrantes em Apiúna, atravessou grandes obstáculos, não sendo diferente de tantas histórias das imigrações do Vale do Itajaí. Seu progresso foi cerceado por disputas pelo poder econômico. Seu crescimento estagnado durante várias décadas, voltando a progredir com o advento da grande estrada, a BR 470.

Sua história teve início na metade da década de quarenta, século XIX, portugueses advindos do litoral, região de Tijucas, por aqui estiveram. Índios, onças, cobras e as dificuldades naturais de uma nova terra afastaram os intrépidos aventureiros, poucos aqui ficaram. Fixaram-se nas proximidades da localidade de Subida.

Por volta de 1867, foi implantado, no lugar denominado de Morro Pelado, o 1º rancho pelo engenheiro alemão Emil Odebrecht, que em 1871 viria a ser conhecido como Rancharia de Passo Odebrecht.

No mês de abril de 1876 o engenheiro João Maria de Almeida Portugal registrava o projeto da Vila de Aquidabã (mapa a esquerda).

Em 29 de setembro de 1878, com a chegada de 150 imigrantes italianos advindos dos núcleos de colonização da região, foi fundado oficialmente o povoado de Aquidabã na localidade antes denominada Bugherbach.

As diversas denominações

  • Bugherbach: Ribeirão do Bugre, devido a aldeia dos Botocudos que ali habitavam.
  • Ribeirão Neisse: nome dado ao ribeirão que corta a sede do município. O Rio Neisse (ou Neiße, polonês Nysa, checo Nisa) é um rio da Europa Central que corre pela República Checa (54 km) e marca, com o Oder, a divisa entre a Alemanha e a Polônia (198 km), com um total de 252 km.
  • Aquidaban: origem guarani que significa terras férteis entre rios, ilhas, terras aguadas. Nome de um rio no Paraguai onde em suas margens, em 1º de março de 1870, sucumbiu o Imperador Francisco Solano Lopes, durante a sangrenta Batalha de Riachuelo, pondo fim à guerra. Nome de um encouraçado da Marinha Brasileira, o maior navio de guerra do Brasil. Navio este que teve importante papel no movimento revolucionário de 6 de setembro de 1893 (Revolta da Armada) passando para os anais da história Brasileira e principalmente para a história Catarinense.
  • Em 26 de agosto de 1934 foi instituído o distrito de Aquidabã, pertencendo ao território do município de Indaial.
  • Apiúna: Em 1º de janeiro de 1944 devido a revisão territorial passou ao nome definitivo de Apiúna.

Nome de origem indígena que significa cabeço negro, devido a pitoresca montanha com forma de cabeça e escura existente na sede do município conhecida como Morro Dom Bosco.

  • Cabeço: cume arredondado de monte.
  • Negro: de cor preta.

Foi emancipada de Indaial no dia 04 de janeiro de 1988 através da lei nº1100 assinada pelo então Presidente da Assembleia Deputado Juarez Furtado e instalado o município no dia 1º de junho de 1989.

Durante o período do centenário da República, em 22 de dezembro de 1988 através da lei 7.710 foi regulamentada as eleições que ocorreram no dia 16 de abril de 1989.

Seu primeiro prefeito municipal foi o empresário Nicanor Morro.

A área territorial do município é de 490 km², divididos em uma pequena área urbana de pouco mais de 1km² e 40 localidades: Ribeirão Basílio, Ribeirão Roxo, Ribeirão São Luiz, Margem Esquerda, São Felipe, Morro Grande, Ribeirão Vinte, São Pedro, Ribeirão Carvalho, Subida, Caeté, Baguaçu, Poço Ruim, Santo Antônio, Cipó, Santa Luzia, Gabirobal, Anta Gorda, Tangará, Baú, Santa Rosa, São Jorge II, Jacutinga, São Jorge I, Ribeirão Cachimbo, Ribeirão Tigre, Alto Rio Novo, Rio Novo, Braço Rio Novo, Salão, Sabiá, Barra das Águas Frias, Vargem Grande, Bracinho, Jundiá, Fachinal do Bepe, Neisse Central, Pedra Branca, Cascudo e Águas Frias.







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