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VIVER E CONVIVER

O Abandono

O dependente é o mais propenso a se tornar vítima

Algumas vezes nos deparamos com alguém com a qual a queixa é sentir-se abandonado (a), ou, mesmos temos esse sentimento de abandono. Essa ferida do abandono é vivida por muito tempo por toda a humanidade. Esses sentimentos de abandono e rejeição se confundem. Abandonar alguém é deixá-lo, largá-lo, não se preocupar mais com a pessoa. De vez enquanto nos sentimos rejeitados, pois a pessoa nos afasta. Não devemos nos prender a situação vivida, mas sim à dor que nos causou.

Nisso, podemos refletir qual foi a ferida que ativou, devemos ficar observando a reação com a pessoa que tivemos o problema. Alguns exemplos que podem despertar a ferida do abandono numa criança. Ela pode se sentir abandonada: "sua mãe passar de repente a se ocupar com um novo bebê". O sentimento de abandono será mais forte se o bebê precisa de cuidados maiores por estar doente ou outra situação. A criança terá a impressão que a mãe o abandonou. "Seus pais saem para trabalhar todos os dias". " Se a mãe está doente e ela tem que se cuidar sozinha". E outras situações.

Geralmente sentem falta de comunicação do genitor do sexo aposto quando eram menores. Não eram ouvidos. Na maioria das vezes esse pai ou mãe, também carregam o sentimento de abandono e só agem igual com a criança. Viveram essa situação de abandono. Os que sofrem de abandono não se sentem alimentados afetivamente e podem sofrer de solidão, depressão, ciúmes, vícios e problemas nos relacionamentos amorosos.

Para se defender cria uma máscara de dependente. E mantém uma postura de apatia. O dependente é o mais propenso a se tornar vítima. Tem dificuldades de tomar decisões, e sempre está carente da ajuda dos outros. Tem altos e baixos de repente se sente triste e de repente feliz. Seu maior medo é a solidão.

Nesse texto foi exposto alguns estudos sobre o sentimento de abandono, mais existem mais características estudadas. O importante é perdoar e saldar as pendências de não aceitação com nossos pais. Tentar olhar para essa ferida e curar com a sua ajuda e de um profissional e terapias. Para não passar esses padrões e comportamentos destrutivos para as gerações seguintes, é importante o autocuidado com a suas dimensões física, saúde mental, emocional e espiritual.

Bibliografia - Bourbeau, Lise. As 5 feridas emocionais. Rio de janeiro: Sextante, 2017.







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