EDITORIAL 466

Vandalismo

Parece brincadeira, mas não é. Para a Justiça é um crime que pode levar à cadeia.

Restrito aos grandes centros o vandalismo chegou para ficar nas pequenas cidades onde achávamos que jamais chegaria por todos se conhecerem. Os estragos, prejuízos aos cofres públicos e privados afetam a vida do cidadão de bem. Pessoas que não respeitam ninguém e que na maioria das vezes tem dentro de casa péssimo exemplo, saem pelas ruas depredando sinalização de trânsito, prédios públicos e privados como se fossem de sua propriedade e por sentirem que jamais serão punidos. 

Em Apiúna de placas de sinalização passando por canteiros de flores e chegando a patrimônio histórico-cultural e religioso: Capela de Dom Bosco no cume da montanha.

Esclareça-se que a pena para quem comete dano ao patrimônio privado é de até seis meses de detenção; se for patrimônio público, pode resultar em até três anos de prisão. Já para pichação, a pena é de até um ano de prisão.

Os menores também são responsabilizados com instauração de procedimento podendo resultar em até três anos de internação.

Deixamos aqui nossa indagação: até quando as autoridades civis e militares de Apiúna continuarão encarando o problema como se não fosse de suas competências?

Os vândalos de Apiúna irritam, aterrorizam vizinhanças e você pede socorro para as autoridades e a resposta é uma só: você tem de abrir um BO com mais alguma pessoa que se sentiu incomodado.

Como assim? Cadê o direito a anonimato?

Até quando o cidadão de bem terá de aguentar esses bandidos?





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