OPINIÃO

Quadrilha - a saga

Somos hoje um ícone, o símbolo, da corrupção que assola a humanidade.

Já opinamos aqui sobre esta quadrilha que comanda o Brasil através do STF, mas não conseguimos sequer vislumbrar uma saída para este gigantesco problema, desde desgoverno amplamente corrupto e judiciarista. Onde vamos parar continua uma incógnita. 

Dominados por uma quadrilha que se utiliza da Turma 4 desse tribunal superior não temos mais para onde correr. O colegiado decide sobre temas que logo depois, através de recurso à turma 4, tem a sentença alterada conforme os interesses dos políticos da "alta Estirpe" brasileira.

Não há nenhuma dúvida de que por detrás de tudo isso está os mais de um trilhão de reais desviados dos cofres públicos de nosso país. Quem consegue roubar tanto também consegue comprar tudo e quase todos.

Nosso país serve de chacota para todo o mundo - não aquela dança de provável origem trovadoresca, de forte caráter chistoso, popular no século XVI, e que era acompanhada por música de guitarras - zombam de nós, pois nem aqueles pequenos países da África ou da Ásia, que são dominados por déspotas, possuem leis tão frágeis e dedicadas as arbitrariedades impostas pela simples interpretação de uma entidade protecionista ao extremo quanto a OAB.

Somos hoje um ícone, o símbolo, da corrupção que assola a humanidade.

Quem mantém a riqueza das tradicionais famílias de juristas deste país são os corruptos que pagam verdadeiras fortunas para que advogados - nem tão sábios assim, mas com grande capacidade de fazer lobby na busca de resultados pré-estabelecidos - tenham êxito em suas interpelações jurídicas. Esses, sem qualquer remorso, circulam pelo mundo, hospedados em hotéis de luxo inimagináveis para nós simples mortais, vivendo como reis e rainhas.

A riqueza que corre, como um rio, pelos corredores da política brasileira, alimentados por dessa corrupção desmedida facilmente acabaria com a fome, as filas em hospitais e a falta de moradia em qualquer parte do mundo.

E nós, da imprensa, calados pelo medo ou pelo suborno que garante nossa permanência no mercado através da aplicação de verbas publicitárias em nossos veículos, nada fazemos.

Nesta falsa democracia em que vivemos o cidadão de bem vive enjaulado em sua casa e dia após dia perdendo seus direitos constitucionais.


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