EDITORIAL 467

inJUSTIÇA

Existe esperança de realmente haver justiça?

Foto: www.polemicaparaiba.com.br/

As desigualdades sociais não são obras do acaso, elas foram criadas pelos homens e para muitos é fruto da ambição desmedida e do egoísmo daqueles que querem, para si, toda a riqueza e poder.   

Os brasileiros pagam uma excessiva carga de impostos e não tem a contrapartida. O governo federal arrecada bilhões em impostos e mal consegue manter a máquina pública. Uma máquina lenta, ineficaz e cheia de apadrinhados que ganham salário acima da iniciativa privada e que vivem exigindo, sugando cada vez mais.

A distribuição de renda é vergonhosa e as Leis não são sinônimo de justiça.

Se uma pessoa de poucos recursos tentar roubar um doce, no mercadinho, ele vai preso e o político desvia milhões matando milhares nas filas de hospitais e nada acontece.

A falta de participação e interesse na política por parte das classes menos favorecidas faz com que uma elite legisle em causa própria e nomeando os fiscais da Lei que jamais os afetarão.

Os mais humildes não participam das estruturas de poder e se tornam invisíveis. São lembrados, apenas, no período eleitoral. São dominados e manipulados, como massa de manobra, pela elite política, que vê apenas os próprios interesses.

A classe média tão atacada é a que realmente produz, mas fica só observando, pois não quer perder o pouco que conquistou.

Não haverá esperança enquanto elegermos calhordas e apoiarmos os movimentos sociais, pouco ou nada, representativos do real interesse coletivo.





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