ECONOMIA

Usina Salto Pilão e os impactos da severa estiagem na geração de energia

Com a chegada das chuvas tudo pode melhorar, mas por enquanto a situação é caótica

Foto: CESAP

Ao longo do ano de 2020 verificou-se considerável redução da vazão no Rio Itajaí-Açu em função da estiagem que atinge a região Sul do país e, de forma específica, a região do Vale do Itajaí na qual está inserida a UHE Salto Pilão. 

Segundo dados do Consórcio Empresarial Salto Pilão - CESAP, responsável pela concessão da hidrelétrica, o histórico de vazões - aferidos, principalmente, durante a fase de Operação Comercial da Salto Pilão desde 2009 - demonstra que os volumes de vazão no ano de 2020 do rio Itajaí-Açu, na região à montante do reservatório da Usina, tem apresentado valores abaixo das médias históricas. No acumulado do ano (janeiro a maio), a vazão média registrada está 80% abaixo da vazão média prevista para o período.

 Como o reservatório do empreendimento, por sua característica construtiva à fio d'água, não tem capacidade de acumulação de água, as Unidades Geradoras da usina encontram-se paradas desde o dia 18 de abril.

 O Consórcio informa que a condição operativa será mantida enquanto permanecerem as condições climáticas desfavoráveis às chuvas na região.


CESAP


Fonte: Assessoria de Comunicação Cesap






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