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A mudança de governo e as regras da Aposentadoria

Robson Pasquali

Recentemente após o afastamento da presidente Dilma Roussef (PT) e com a nomeação de Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda por Michel Temer(PMDB) surgiu novamente o tema “reforma da previdência” em evidencia.Henrique Meirelles é uma figura conhecida no meio econômico e há anos defende uma reforma incisiva no direito previdenciário com o objetivo de diminuir as concessões de benefícios previdenciários através da criação de regra duras de Aposentadoria.

Uma das possíveis regras que se discute é a estipulação de uma idade mínima para obtenção da Aposentadoria, fala-se em 60 anos de idade para as mulheres e 65 anos para os homens. Estes números provocaram a ira das entidades sindicais e centrais de trabalhadores, uma vez que aumentam consideravelmente a obrigação do trabalhador se manter na ativa por muito mais tempo.

É fato que com a regra atual o trabalhador tende a se aposentar mais cedo, porém, existe a aplicação do fator previdenciário, o que diminui consideravelmente a renda nestes casos de aposentadoria antecipada.

Destaca-se que não há momento certo para se aposentar. Cada caso depende da vida do trabalhador e do tempo de serviço. O trabalhador deve estar atento as possíveis mudanças e caso tenha insegurança com o que está por vir, procure um advogado de confiança e encaminhe sua aposentadoria.

Atualmente não houve qualquer mudança, mas, é provável que em meados de Outubro, após as eleições municipais, o governo encaminhe para o congresso nacional a discussão.

Vale também na aposentadoria aquela máxima “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”.



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