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PASSANDO A LIMPO

O MP apresenta denúncia contra o ex-prefeito

01 Setembro 2017 10:40:44

Segundo jurista, o MP questiona forma adotada para contratação de Banda

Ailton Carlos Coelho

O MP apresenta denúncia contra o ex-prefeito

O Ministério Público apresentou denúncia contra o ex-prefeito Nicanor Morro e o ex-secretário de Turismo João Maba ao Juiz da Comarca de Ascurra.

O fato refere-se a inexigibilidade (dispensa) de licitação na contratação de Banda Chama Gaúcha para o Baile da Rainha da 21ª Tangefest de 2016.

O que nos foi dado a saber é que o MP acatou uma representação feita por membro da oposição, mas os acusados tem direito a defesa prévia o que ainda não ocorreu e que após o Juiz decidirá se processará ou não os envolvidos.

Portanto nem Nicanor e nem João são réus ainda, diferente do que foi apontado pelo vereador Clésio na última sessão da Câmara.

Segundo o jurista, Dr. Willy Woehl, o MP questiona a forma como foi realizado o processo e não os valores. Dr. Willy, explicou que a forma como foi conduzido o processo é a mesma que todos os municípios da região fazem e sempre fizeram durante todas as administrações passadas de Apiúna.

O que diz o ex-prefeito Nicanor Morro?

Nicanor: Fui Vereador de Indaial, o primeiro Prefeito de Apiúna, prefeito novamente de 2013 a 2016 e sou empresário há mais de 40 anos. Tenho certeza que o povo me conhece e sabe muito bem tudo sobre o meu caráter, comportamento. Até esta data jamais havia sido processado. Nada existe contra mim.

O que dizer dessa denúncia: assinei um processo de contratação que foi redigido por funcionários, técnicos no assunto, analisado por consultoria e assessorado por um secretário municipal de confiança, além de ter parecer jurídico favorável. Espero agora que a justiça seja feita e confio que a decisão me será favorável.

Picuinha

O que vejo nesta denúncia nada mais é do que uma tentativa de manchar a vida política do ex-prefeito que por 4 anos foi nota 10 em transparência, e que mesmo com a denúncia continuará 10 em transparência, pois pessoas que questionam a transparência 10 é por que ainda não conseguiram aprender o que é transparência.

O que é uma administração transparente?

Vou explicar bem simples como se estivesse dando aula para as séries iniciais.

Vejamos: se chegarmos em um restaurante e este possuir uma divisória de vidro entre o salão e a cozinha ele será um restaurante de serviço transparente, aos olhos dos clientes, pois todos podem ver como é manuseado os alimentos, mesmo que o processo de manuseio contenha irregularidades como por exemplo o cozinheiro estar sujo.

Portanto, administração transparente é aquela que não omite documentos e nem processos administrativos. Todos os procedimentos de compras, contratos e salários está lá disponível e de fácil acesso ao cidadão. Erros podem ocorrer, ninguém é perfeito, mas estarão visíveis para que o cidadão possa ver e denunciar se assim o desejar.

Apiúna é sim nos últimos 5 anos o município mais transparente do Brasil mesmo que alguns queiram negar.

Quanto a solicitação de documentos por parte de alguns vereadores a administração pública é um absurdo quanto ao gasto de tempo do funcionário e ao papel utilizado para impressão, pois todos os relatórios estão no Portal da Transparência e também são enviados mensalmente aos vereadores em sistema digital (CD gravado).

Não aceite o que falam para você sem que possa confirmar se é verdade ou não. Acesse o portal da Prefeitura de Apiúna. Verifique o que estão fazendo com o nosso dinheiro. Informe-se!

Sempre buscando o melhor

Vereador Jorge Bernardi esteve em Brasília no dia 16 de agosto buscando recursos para o município de Apiúna junto ao gabinete do deputado federal Décio Lima.

Parabéns ao nobre vereador.

Projeto pode anular novo decreto de Temer contra a Amazônia

O líder da Oposição no Congresso Nacional, Décio Lima, deputado federal protocolou, no dia 29, Projeto de Decreto Legislativo nº753 que pode anular os dois decretos do governo Temer (nº9142 e nº9147) que extingue a Reserva Nacional do Cobre (Renca), na secretaria geral da mesa da Câmara dos Deputados.

O líder explica que o projeto agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça.

O decreto presidencial estabelece que uma região de cerca de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá está liberada para extração de ouro e outros minerais nobres. Na mesma área existem áreas protegidas da floresta e reservas indígenas.

A área fechada é maior que a Dinamarca e tem o tamanho equivalente ao do estado do Espírito Santo, ou oito vezes a dimensão do Distrito Federal.

O líder destacou que a bancada da Oposição tentará todos os caminhos legais e jurídicos para preservar a Amazônia.

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